
Servidores administrativos da Universidade Federal da Bahia (Ufba) fizeram um ato de protesto na manhã desta quinta-feira, 6, a partir das 7h30, em frente ao Hospital das Clínicas. Eles distribuíram faixas pretas para os funcionários da unidade, que não interromperam o trabalho, apesar da paralisação de dois dias deflagrada pela categoria nesta quarta.
Os funcionários públicos decidiram manter o funcionamento do Hospital e da Maternidade Climério Oliveira, já que prestam atendimento na área de saúde, serviço considerado essencial. Dos cerca de 7 mil servidores administrativos que trabalham na Bahia, por volta de 1.900 estão lotados nas unidades de saúde.
O protesto da categoria é contra a criação da Fundação Estatal de Direito Privado, que, de acordo com eles, iria privatizar a universidade e transformar os hospitais universitários em fundações. “As fundações não entrariam no orçamento das universidades ou da União. Teriam que sobreviver vendendo serviço para o SUS ou para o setor privado, o que significa redução no atendimento à população carente. Como vão conseguir manter a fundação sem recurso, com pesquisa e atendendo pelo SUS?”, questiona Cássia Maciel, diretora do Sindicato dos Trabalhadores Técnicos-Administrativos da Ufba e UFRB (Assufba).
Os servidores também pressionam o Governo Federal para que não seja descumprido o acordo firmado em 2007, de reajustar a tabela salarial em 2008, 2009 e 2010. Este ano, o acordo já foi cumprido, mas a categoria teme que o Governo volte atrás nos próximos anos por conta da crise financeira.
Eles também reivindicam que o veto ao step constante (sistema de promoção linear dos servidores) seja revisto. Historicamente, a categoria recebe 3,6% de aumento ao subir de nível. Este benefício foi cortado pelo Governo.
Os servidores fizeram outro ato em frente a Reitoria nesta manhã, às 10h, de acordo com Renato Jorge, coordenador do sindicato.
Os funcionários públicos decidiram manter o funcionamento do Hospital e da Maternidade Climério Oliveira, já que prestam atendimento na área de saúde, serviço considerado essencial. Dos cerca de 7 mil servidores administrativos que trabalham na Bahia, por volta de 1.900 estão lotados nas unidades de saúde.
O protesto da categoria é contra a criação da Fundação Estatal de Direito Privado, que, de acordo com eles, iria privatizar a universidade e transformar os hospitais universitários em fundações. “As fundações não entrariam no orçamento das universidades ou da União. Teriam que sobreviver vendendo serviço para o SUS ou para o setor privado, o que significa redução no atendimento à população carente. Como vão conseguir manter a fundação sem recurso, com pesquisa e atendendo pelo SUS?”, questiona Cássia Maciel, diretora do Sindicato dos Trabalhadores Técnicos-Administrativos da Ufba e UFRB (Assufba).
Os servidores também pressionam o Governo Federal para que não seja descumprido o acordo firmado em 2007, de reajustar a tabela salarial em 2008, 2009 e 2010. Este ano, o acordo já foi cumprido, mas a categoria teme que o Governo volte atrás nos próximos anos por conta da crise financeira.
Eles também reivindicam que o veto ao step constante (sistema de promoção linear dos servidores) seja revisto. Historicamente, a categoria recebe 3,6% de aumento ao subir de nível. Este benefício foi cortado pelo Governo.
Os servidores fizeram outro ato em frente a Reitoria nesta manhã, às 10h, de acordo com Renato Jorge, coordenador do sindicato.